Entramos no Louvre e fomos seguindo as placas até achar a
Mona Lisa. Lá estávamos eu, Brenda e muitos brasileiros admirando a moça do pequeno quadro. O museu é enorme e
simplesmente lindo. O que mais nos fascinou foi o teto, verdadeiras obras de
arte. Ficamos uma hora e meia, saímos e decidimos voltar para ver mais.
Os metrôs fazem a vida ser mais fácil. Sinceramente acho que
é o transporte público mais eficiente. Estação Champ de Mars Tour Eiffel e estávamos a
alguns passos da Torre Eiffel. Simplesmente linda. A noite é que o verdadeiro
show começa, de uma em uma hora a torre se enche de luzes como uma enorme árvore de natal.
Depois de ver as luzes de Paris a nossa raiva inicial com a
cidade passou. Assim como toda cidade, Paris tem seus lados negativos. A cidade é
suja (ainda não tinha visto uma cidade suja na Europa) e seus metros são
velhos. Uma verdadeira aventura andar nos vagões, pois parece que o trenzinho vai se desmontar
dentro do túnel. Os pontos turísticos é que guardam toda a beleza dessa cidade
dos sonhos.
Passamos pelos museus Orsay e Rodin. Demos um oi para O Pensador.
É típico de turista entrar em todos os museus, mas chega uma hora que você não
aguenta mais olhar nada.
Por fim, algumas horas antes de pegar nosso trem para
Londres, atravessamos Paris em direção ao Palácio de Versalhes. É como voltar no tempo
e se imaginar vivendo naquela época. Cada cômodo guarda milhares de histórias
que a gente nunca saberá. Eu consigo sonhar com milhares de contos dentro
daquelas paredes, quer dizer, imaginar o quanto reis, rainhas, condes e
condessas aprontavam dentro daquele palácio.
São 2.153 janelas, 67 escadas e 700 quartos. Se dez famílias morarem no palácio é capaz que nunca se vejam de tão enorme que ele é. Uma pena não poder ver os jardins, pois estavam cobertos de neve.
E se você tiver 16 anos ou menos aproveite, porque as
entradas para os museus são gratuitas. Eu tive que pagar, mas não é nada muito caro. A maioria está entre 5 e 10 euros.
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