Passado o stress de achar o nosso lugar, nós pisamos em Paris com o pé esquerdo. Como sempre eu sigo a minha irmã (porque sou muito perdida e tenho probleminhas em me localizar). Então lá fomos nós, arrastando a minha mala pelas ruas cheias de neve derretendo e sujeira (o governo não limpa as calçadas quando neva), quase impossível de caminhar. Passado uma hora de caminhada e completamente perdidas e molhadas resolvi entrar em um hotel e pedir informações de como chegar no albergue (nossa hospedagem). Os franceses não falam inglês, mas por sorte existe uma coisa chamada mímica que é uma língua universal. Andamos mais meia hora, nesse meio tempo a minha irmã conseguiu lançar o nosso celular (único meio de comunicação) no ar e chutar ele na neve. Que legal estávamos perdidas e sem comunicação!
(Brenda congelada)
Dor nas costas, fome e pés congelados já estávamos sem esperanças quando o albergue se materializou na nossa frente. Alegria! Mas de tudo isso, nada importa. Estávamos em Paris!
Mais meia hora para se secar, comer e aprender a usar o metrô. Fomos dar um OI para nossa amiga Mona no Louvre e conhecer a Catedral de Notre-Dame. Isso tudo enquanto chovia/nevava. No final da noite quando estávamos completamente molhadas, compramos um guarda-chuva. O dia tinha sido tão longo que mal me importei com as condições e os banheiros mistos do albergue.
(Eu e Mona. É quase uma luta livre civilizada para chegar perto dela)
(Depois de duas horas no Louvre)
(Catedral de Notre-Dame)
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